Um tabuleiro sobrevive muito bem à mudança de suporte. Não tem enredo para adaptar, não tem personagens para redesenhar e não precisa de um motor gráfico: precisa de uma grelha legível, de peças que se agarrem com o polegar e de alguém do outro lado. Por isso as versões digitais dos jogos desta secção envelhecem devagar.
Estão reunidos aqui três tabuleiros com idades muito diferentes na cabeça de quem joga. O xadrez é o mais estudado de todos e tem, nesta lista, a aplicação mais completa — uma plataforma inteira construída à volta de sessenta e quatro casas. As damas aparecem na variante inglesa, dentro de um pacote minúsculo que não pede conta nem ligação. O ludo é o mais antigo dos três na origem e o mais leve na exigência, e é também o que mais entrega ao acaso.
A diferença entre eles não está no grafismo: está na quantidade de decisões que cada partida oferece. É por aí que vale a pena escolher, e é isso que a tabela seguinte procura tornar visível.