Há uma regra que não se quebra: a classificação da Google Play e a leitura editorial nunca se misturam. O número da Play é o que centenas de milhares de pessoas decidiram, com todos os enviesamentos que isso traz — uma aplicação pode estar em 3,6 por causa de quebras de rede e não por causa do jogo em si.
A nota editorial é outra coisa. Sai da cabeça de uma pessoa só, está assinada como tal e serve para dizer aquilo que uma média nunca diz: se a interface atrapalha, se o adversário artificial se repete, se o jogo aguenta a terceira semana.
O que fica de fora também é uma escolha. Não há listas de melhores do mês, não há pontuações divididas por categorias e não há ordem de mérito entre jogos que fazem coisas diferentes. Um solitário de peças e um jogo de pontaria não competem pelo mesmo lugar.